Digite sem usar as mãos (#‎ficaadica)

É o que promete o Kool, app que converte áudio em texto no ‪‎iPhone‬. Poliglota, o recurso conversa com mais de 30 línguas. Português é uma delas.  Há mais: agora, o aplicativo sai de graça. Seu preço de tabela é US$ 5,99. App: Kool: Pare de digitar e instantaneamente converta sua voz em texto Download (iOS)

conteúdo sem fim

Um número crescente de sites jornalísticos vem se distanciando do conceito de páginas finitas, optando pelo fluxo constante de conteúdo. A página web, em grande parte uma ressaca da mídia impressa, de repente parece ultrapassada e arcaica no universo digital. Para uma geração colada ao Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat, na maioria das vezes através de celulares, esse conceito de página é tão anacrônico quanto um telefone residencial. Os editores estão correndo para alcançar essa mudança de hábitos digitais, e uma das maiores mudanças é investir no stream contínuo.
[…] A ascensão de dispositivos com telas sensíveis ao toque influenciou essa tendência. É mais fácil para os usuários seguir o fluxo do conteúdo do que tocar e esperar por seu carregamento.

Menos cliques, mais conteúdo no mesmo espaço. Boas reflexões no texto The Webpage is Dying.

Tudo pelo social

“Social” passou a representar o oposto do que significou durante séculos. Em vez de interação e comunicação real, atualmente definimos o termo como validação do ego através de cliques.
“Social” é o que acontece quando alguém posta uma informação pessoal -fotos, pensamentos, músicas favoritas, piadas- na internet e outra pessoa demonstra sua aprovação com o ícone de um polegar para cima, uma estrela ou coração. Se alguém é realmente “social”, vai escrever um comentário.
Os jovens não estão deixando as redes sociais. Eles estão redefinindo o termo. Passaram a adotá-lo com seu significado original: fazer contato com outros seres humanos. Comunicando. Através do diálogo imediato, vai-e-vem. A maior parte dessa interação ocorre digitalmente. Através de uma conversa em que duas (ou mais) pessoas estão trocando informações e experências. Sem publicá-las.

Texto analisa porque as redes sociais digitais mais populares, como Facebook, estão perdendo popularidade entre os mais jovens. Para eles, afora o renascimento do Twitter, aplicativos de celular são mais interessantes. Há também as delícias off line.

Pós-fotografia

Batizada de pós-fotografia, a tônica da produção se concentra na edição, reinterpretação e no remix de imagens já existentes e espalhadas pela web.

[…] A pós-fotografia, porém, reacendeu discussões em torno da autoria de cliques compartilhados na internet. Há, ainda, críticas quanto a considerar reproduções de tela como trabalhos fotográficos.

[…] Se o conceito de fotografia foi tradicionalmente consolidado na ideia de escrever com luz, as novas produções são construídas a partir do processamento de algoritmos, sem o uso de câmeras.

Trecho do belo material produzido pelo suplemento Tec, da Folha de São Paulo.

Jornalismo mobile

Cobrir um evento tecnológico sem a utlização de câmeras DSLRS, laptops ou iPads. Na mão, apenas o celular. De texto a fotografias, tudo deve ser feito a partir do aparelho móvel. Essa é a proposta da Wired para a CES 2014, maior feira de traquitanas eletrônicas. Cada integrante da equipe circulará com um modelo diferente: iPhone 5S; Nokia Lumia 1020, Moto X e Blackberry Z30. O desafio começou hoje.

Os “gêneros personalizados” da Netflix

O trabalho concluciu que a Netflix vem meticulosamente analisando ​​todos os filmes e programa de TV que se possa imaginar. Eles possuem um estoque de dados sobre entretenimento que é absolutamente sem precedentes.

Matéria da Atlantic desvenda os inúmeros gêneros temáticos específicos lançados pela Netflix. Ao todo, 76.897. Confira alguns no final do post. O material é tão inusitado que a Atlantic entregou ao público uma ferramenta de criação de micro-gêneros.

São descrições longas, elaboradas pelo algoritmo do Netflix a partir de metadados levantados inicialmente por uma equipe. Internamente, tais definições são caracterizadas como altgenres. Resultado: montaram um banco de dados de predileções cinematográficas.

Netflix: altgenres

  • Spy Action & Adventure from the 1930s
  • Cult Evil Kid Horror Movies
  • Visually-striking Foreign Nostalgic Dramas
  • Gritty Discovery Channel Reality TV
  • Mind-bending Cult Horror Movies from the 1980s
  • Gritty Suspenseful Revenge Westerns
  • Violent Suspenseful Action & Adventure from the 1980s
  • Time Travel Movies starring William Hartnell
  • Evil Kid Horror Movies
  • British set in Europe Sci-Fi & Fantasy from the 1960s
  • Critically-acclaimed Emotional Underdog Movies

FestAruanda 2013

Hoje chega ao fim o FestAruanda 2013. Foi bacana participar mais uma vez da seleção dos curtas. Muitos filmes não podem ser assistidos online. São produções recentes, ainda em circulação nos festivais (não raro, tais eventos pedem ineditismo em relação a outras plataformas).

Todavia… Como no ano passado não rolou festival, decidimos resgatar alguns títulos de safras anteriores. Dique (vídeo acima) e Linear são ótimos exemplos. Ambos disponíveis na rede.

O que revistas digitais podem aprender com editores de ebook?

The bells and whistles that magazine publishers are adding to digital magazines remind me of enhanced ebooks, which book publishers got very excited about a couple of years back. They hoped that by adding video and music to an ebook, they could charge more for it. Fast forward to 2013 and enhanced ebooks are widely considered a flop. So far, readers simply haven’t been interested in paying more for them. Book publishers have scaled efforts back and are no longer trying to charge higher prices for enhanced editions.

Do paidcontent.org. “É a economia, estúpido!”