Tudo pelo social

“Social” passou a representar o oposto do que significou durante séculos. Em vez de interação e comunicação real, atualmente definimos o termo como validação do ego através de cliques.
“Social” é o que acontece quando alguém posta uma informação pessoal -fotos, pensamentos, músicas favoritas, piadas- na internet e outra pessoa demonstra sua aprovação com o ícone de um polegar para cima, uma estrela ou coração. Se alguém é realmente “social”, vai escrever um comentário.
Os jovens não estão deixando as redes sociais. Eles estão redefinindo o termo. Passaram a adotá-lo com seu significado original: fazer contato com outros seres humanos. Comunicando. Através do diálogo imediato, vai-e-vem. A maior parte dessa interação ocorre digitalmente. Através de uma conversa em que duas (ou mais) pessoas estão trocando informações e experências. Sem publicá-las.

Texto analisa porque as redes sociais digitais mais populares, como Facebook, estão perdendo popularidade entre os mais jovens. Para eles, afora o renascimento do Twitter, aplicativos de celular são mais interessantes. Há também as delícias off line.

Os “gêneros personalizados” da Netflix

O trabalho concluciu que a Netflix vem meticulosamente analisando ​​todos os filmes e programa de TV que se possa imaginar. Eles possuem um estoque de dados sobre entretenimento que é absolutamente sem precedentes.

Matéria da Atlantic desvenda os inúmeros gêneros temáticos específicos lançados pela Netflix. Ao todo, 76.897. Confira alguns no final do post. O material é tão inusitado que a Atlantic entregou ao público uma ferramenta de criação de micro-gêneros.

São descrições longas, elaboradas pelo algoritmo do Netflix a partir de metadados levantados inicialmente por uma equipe. Internamente, tais definições são caracterizadas como altgenres. Resultado: montaram um banco de dados de predileções cinematográficas.

Netflix: altgenres

  • Spy Action & Adventure from the 1930s
  • Cult Evil Kid Horror Movies
  • Visually-striking Foreign Nostalgic Dramas
  • Gritty Discovery Channel Reality TV
  • Mind-bending Cult Horror Movies from the 1980s
  • Gritty Suspenseful Revenge Westerns
  • Violent Suspenseful Action & Adventure from the 1980s
  • Time Travel Movies starring William Hartnell
  • Evil Kid Horror Movies
  • British set in Europe Sci-Fi & Fantasy from the 1960s
  • Critically-acclaimed Emotional Underdog Movies

O que revistas digitais podem aprender com editores de ebook?

The bells and whistles that magazine publishers are adding to digital magazines remind me of enhanced ebooks, which book publishers got very excited about a couple of years back. They hoped that by adding video and music to an ebook, they could charge more for it. Fast forward to 2013 and enhanced ebooks are widely considered a flop. So far, readers simply haven’t been interested in paying more for them. Book publishers have scaled efforts back and are no longer trying to charge higher prices for enhanced editions.

Do paidcontent.org. “É a economia, estúpido!”

fluxos

Unir a comunicação à mobilidade é como unir o território ao movimento, o espaço dos lugares dando lugar ao espaço dos fluxos.
[…] A mobilidade é a nova dimensão, o 4D. Um ponto infinito dentro do bolso. É só tirar e acessar… tudo […] e o seu contrário. O mundo.
Mas, principalmente, acessar seus amigos e seus relacionamentos. E carregar os amigos no bolso é genial.

Nizan Guanaes

Dispositivos móveis, uma forma de prolongar a jornada de trabalho

Researchers found that Britons work an additional 460 hours a year on average as they are able to respond to emails on their mobiles. The study by technology retailer Pixmania, reveals the average UK working day is between nine and 10 hours, but a further two hours is spent responding to or sending work emails, or making work calls.

Matéria do Daily Mail mostra como as tecnologias móveis aumentam a carga de trabalho dos britânicos. Com o celular na mão, as pessoas tendem a conferir sua caixa de e-mails 20 vezes por dia.

Voyeurismo moderno

We have begun to pollute and desecrate and cheapen all of our experiences. We are creating neat little life-boxes for everything, all tied up with a geo-tag, a photo, a check-in; our daily existence transformed into database entries in some NoSQL database on some spinning disk in some rack in suburban Virginia.

The end-game is this. Slowly, gradually, without realizing: we stop participating in our own lives. We become spectators, checking off life achievements for reasons we do not know. At some point, everything we do is done soley to broadcast these things to casual friends, stalkers, and sycophants.

— Ted Nyman, The Horrible Future of Social