Serviços online ampliam os recursos do Instagram; conheça também outras alternativas

O Instagram é um serviço de compartilhamento de fotos no qual é possível aplicar efeitos nas imagens. Quem não usa os sistemas operacionais IOS e Android só tem acesso às fotos postadas por lá quando elas são compartilhadas via mídias sociais (Flickr, Facebook e Twitter). Entretanto, não é possível conferir o perfil de alguém via navegador de internet. Ou seja, não dá para ver outras fotos, quem o usuário segue etc.

Enquanto o serviço não expande sua atuação, alguns recursos suprem essa lacuna e levam a experiência mobile do Instagram para a web. Os mais conhecidos são extragr.am e web.stagram.com. Isso foi possível graças à utilização da API do Instagram.

O gramsby.me é o mais novo deles. Faz o mesmo que os demais: cria uma interface web com seus dados do Instagram. Com isso, você pode acompanhar as últimas atualizações dos seus contatos, conferir as imagens mais populares etc. Tudo via web, sem necessidade dos gadgets da Apple.

É mais um quebra-galho do que um simulacro autêntico: não dá para fazer upload, por exemplo, mas é possível comentar.

Outra mão na roda são os serviços Instaport e Copygram, que permitem fazer becape das fotos postadas no seu perfil do Instagram.

Para quem quer apenas adicionar filtros nas imagens, como o Instagram faz, uma solução é a versão online do Pixlr-o-matic. No Android, também há alternativas, como os aplicativos FxCamera, PicPlz e Vignette. Se possui um celular Nokia que roda o sistema operacional Symbian, o Molo.me pode ser uma opção.

Atualizações
Sem alarde, Instagram chega à web
Novo Instagram 3.0 exibe fotos dos usuários em mapa público
Instagram chega aos 80 milhões de usuários

‪Literatura infantil na era digital‬

No vídeo, ‪Ana Teresa Ralston‬, que atua na direção de Formação de Educadores e Tecnologia de Ensino da Abril Educação.

Vale lembrar que, há muito tempo, os livros infantis buscam novos caminhos para expandir a experiência de leitura. Infelizmente isso escapa, já que hoje há uma tendência em abordar a interação como preceito exclusivo do mundo digital.

(Mesmo os livros didáticos voltados para os pequenos já incentivavam a relação com esse leitor)

De toda forma, é na literatura infantil que a experiência se tornava multimídia: muitas obras traziam recursos de som e imagem, bem como criavam novas formas de apresentação da palavra.

A interação de todas essas técnicas é o desafio. Ontem, hoje e sempre.

(i)mobilidade social

A maior parte das pessoas no Ocidente desenvolvido dizem que o que acontece na África não tem nada a ver com elas. Veem filmes na África e pensam: ‘O que isso tem a ver comigo?’
Quando meu produtor me falou dos minérios de conflito, topei na hora. Vi aí uma grande chance de mostrar como estamos todos conectados. Como nosso modo de vida depende do sofrimento de outras pessoas.

O cineasta Frank Poulsen explica porque decidiu fazer o filme Blood In The Mobile (trailer abaixo). O documentário mostra como é realizada a extração de metais para celulares, processo comandado por homens armados. Há mais: crianças e adolescentes são utilizados como mão-de-obra. Não há água potável.

Para mudar essa realidade, iniciativas buscam tornar mais transparente as etapas de produção de produtos eletrônicos. É o caso da campanha Make IT Fair (For People Everywhere).


Veja também

iPad genérico indica futuro da tecnologia

pós-PC

Por cerca de 30 anos os PCs foram o principal dispositivo de computação das pessoas. Na verdade, foram as primeiras máquinas a realmente democratizar o poder da computação, aumentando a produtividade pessoal e dando acesso, via internet, a uma série de serviços a partir de casas e escritórios. Agora o surgimento de smartphones e tablet ameaça acabar com o domínio dos computadores pessoais: a era “pós-PC” está finalmente amanhecendo.

The Economist analisa o crescimento dos aparelhos móveis, que estão ofuscando a popularidade do computador pessoal.

Em tempo: confira o ritmo de adoção de diversos gadgets.

Amazon: livraria, editora e…

“A Amazon.com tem ensinado aos leitores que eles não precisam de livrarias. Agora encoraja escritores a deixar de lado seus editores”. É assim que começa a matéria do NY Times que aborda como a Amazon está dominando todo o ecossistema do mundo livreiro. Primeiro, foi o comércio. Depois, os e-readers. Agora a gigante da internet abraça a publicação.

Dos grandes nomes, há o escritor de auto-ajuda Tim Ferriss. A atriz e cineasta Penny Marshall é outra que fechou contrado com a Amazon. A diretora de Uma Equipe Muito Especial e Quero Ser Grande vai lançar um de livro de memórias.

Devem vir outros nomes por aí. A empresa contratou um veterano do setor, Laurence Kirshbaum, para ir atrás de autores de ficção e não ficção.

Com isso, a varejista entra em rota de colisão com quem também fornece o produto que comercializa. Ademais, entra no terreno de editores e agentes. De certa forma, responde, em parte, ao questionamento feito por André Schiffrin, autor de O Dinheiro e as Palavras. Em entrevista à Folha, questionou:

os e-books causam duas situações que a longo prazo serão desastrosas: destroem as livrarias, porque as pessoas compram pela internet, e são vendidos pelo mesmo preço que os paperbacks [reedições em formato econômico], que são a única maneira que editoras têm para manter a venda de títulos antigos. O fato é que a Amazon não cria obras. Ela vende o que os outros fazem, mas jogando os preços para baixo. Isso, é claro, não é um modelo que possa ser bem-sucedido. Se as editoras quebrarem, de onde sairão os livros?

Por outro lado, intensifica o poder em poucas mãos. É a mesma preocupação que leva o mercado editorial a questionar o sistema do iPad. Muitos jornais e revistas estão preferindo criar sites em html5, criando espaços que utilizam os recursos dos tablets, mas sem estar nos domínios de uma empresa específica.

United for global change, 15 de outubro

Acima, o Occupy Wall Street no Foursquare. Hoje, as manifestações vão além das fronteiras norte-americanas. 85 países participam.

Através da hashtag #GlobalChange, você acompanha o movimento. O Huffington Post está reunindo fotos das manifestações em todo o mundo.

Para evitar conflitos com a polícia, foi criado o aplicativo para celulares I’m getting arrested! No Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo participam. Se quiser saber onde os manifestantes vão se reunir, visite o endereço map.15october.net.