iphone x android

Steve Jobs reclama que a Adobe oferece versões do flash lentas e instáveis para os produtos da Apple. A tecnologia é responsável pelos vídeos do YouTube, por exemplo.

Enquanto isso, o Android, sistema operacional para dispositivos móveis criado pelo Google, roda flash.

Em princípio, a Adobe se defendia. Agora, diz que vai abandonar a Apple.

O novo Google Docs

O Google reformulou sua suíte de aplicativo on-line (vídeo explicativo acima). Além de melhorar as funções já existentes (ficou mais rápido; o mecanismo de importar e exportar está mais eficiente), o sistem também apresenta novidades: novo recurso para criar e compartilhar desenhos e fluxogramas; edição em tempo real de planilhas (em trabalhos colaborativos, você sabe quais as mudanças que outra pessoa está fazendo no documento); chat para debater o projeto etc.

Como a internet mudou a vida das pessoas

Da minha parte, acho que é difícil afirmar que a internet muda o modo de pensar; há muito tempo, como observador cultural que sou, aprendi que a cabeça deve lutar para não trabalhar com dicotomias, com oposições simplistas, como é da tendência humana. Para minha profissão, que lida com pesquisa, leitura e comunicação, ela foi uma espécie de benção apenas por sua praticidade. O que eu esperava depois de 15 anos de internet comercial é que as pessoas dessem menos importância ao acúmulo de informações do que ao raciocínio conceitual; que visitassem mais sites de ideias como o Edge. Mas a maioria dos navegantes é turista, não viajante: só quer a superfície vistosa das coisas.

O jornalista Daniel Piza comenta sobre as mudanças que a internet causou na vida das pessoas.

Sites de busca são eficientes?

Hoje o Google apresentou novamente instabilidade no seu serviço de busca. Curiosamente, ontem o Facebook se tornou o site mais acessado dos Estados Unidos.

É esperar os próximos capítulos para ver se realmente é uma tendência. O site de relacionamento já havia atingido o topo no final do ano passado, mas não consolidou essa posição.

Todavia, o crescimento do Facebook sinaliza uma nova forma de obter informações online.  Ao invés de confiar nos algoritmos do Google para encontrar o que há de mais relevante na web, o internauta optaria pela troca de ideias e acesso a recomendação de outras pessoas.

Não tem no Google? Não Existe! / Não sabe? Joga no Google

No Orkut, há várias comunidades similares a esses temas. Todavia, a web 2.0 cada vez mais discorda dessas premissas.

Sites como o Yelp, que agrega opiniões de diversos internautas, fazem sucesso. O Yahoo! Respostas, serviço que permite criar perguntas ou responder questionamentos feitos por outras pessoas, é outro campeão de audiência. No Twitter, perguntas soltas rapidamente encontram respostas. A imagem abaixo descreve, com ironia, essa possibilidade.

A falha técnica temporária do Google não é o maior problema do buscador. Vai além. O próprio conceito do sistema de busca é debatido, já que os resultados apresentados são discutíveis.  Eles destacam o que já é popular, falhando em encontrar conteúdo da chamada internet invisível (aqui há 10 sites que prometem dar conta do serviço, cavando mais fundo no ciberespaço).

Atualmente, os motores de busca funcionam como aparelhos de som que só identificam a frequência das rádios de maior audiência, ignorando as rádios comunitárias.

De toda forma, ainda são serviços muito populares. Se quiser encontrar informação via motores de busca, pode optar pelos metabuscadores, que reúnem num só endereço várias ferramentas de pesquisa. Info.com e Mamma são duas das opções.

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