Se o cão é o melhor amigo do homem, faça uma nova amizade: adote um animal

Esse é o mote da minha mais nova campanha utilizando o Google Maps. No novo mapa (link curto: tinyurl.com/adocaoanimais), você encontrará locais em todo o país todo que promovem a adoção de animais. Nessa empreitada, contei com a importante colaboração da jornalista Luciana Cadé e do veterinário Geovane Monteiro.

Segundo Monteiro, gatos e cães vira-latas ou SRD (sem raça definida, o termo correto)  são os mais comuns de serem encontrados em feiras de adoção. Isso decorre do fato de serem também os tipos de cães que normalmente são abandonados e/ou vivem nas ruas.

A adoção de outros animais tidos como “pet” é mais rara. Além disso, dependendo do tipo de animal -por exemplo psitacídeos (periquitos, calopsitas e papagaios)-  cuidados extras são importantes. “Se forem espécies nativas, é necessário que o animal não seja oriundo de comercio ilegal. Tem de possuir comprovante de que foi adquirido de um criador comércial autorizado pelo Ibama”, esclarece Monteiro.

[Mais informações]
Tudo sobre adoções e doações
Os  Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos
Teste do Proprietário Responsável

[Outro mapa que também criei]
Enchentes no Norte-Nordeste – Saiba onde pode fazer doações (Google Maps)

Imagem via Flickr de J. Star

O que é o sistema operacional Google Chrome OS?

O Google lançou ontem seu sistema operacional integrado com as nuvens (cloud computing): os programas não estão instalados no computador, mas sim funcionam direto da internet, como a suíte de aplicativos Google Docs.

Como virou praxe, a empresa lançou um vídeo explicativo da ferramenta (acima). O sistema, que será gratuito e terá código aberto (open source), já está disponível para programadores. Seu lançamento para o público ocorrerá no ano que vem.

Atualização:
Veja, abaixo, uma demonstração do Chrome OS [via Blog da Vanessa Nunes]

O poder da influência das listas no Twitter

A criação de listas no Twitter se tornou outro artifício para agrupar informação de forma segmentada e acompanhar pessoas com interesses afins.

Para o blogueiro Robert Scoble, a ferramenta modificou como ele consegue informações e como interage com a comunidade tecnológica (ele recomenda algumas comunidades relacionadas a esse tema).

E como ocorre essa influência? O blog Skeptic Geek fez um estudo sobre o assunto com perfis de pessoas ligadas à área tecnológica (gráfico acima). Entre diversas ferramentas possíveis, como Twitterank, Twitter Grader, Twitterholic, Twinfluence, Twitalyzer, ele optou pela Klout. O resultado completo você confere aqui.

PS – Agradeço às pessoas que me incluiram nas suas listas.

Organizando e divulgando eventos via web 2.0

O Mashable criou um guia de como planejar e promover eventos com a mídia social. Pego algumas ideias e acrescento o meu “mojo”.

Para o planejamento, sugere utilizar wikis (PBworks seria o mais indicado), a dupla Google Calendar/Google Docs e o sistema de gestão Basecamp.

O primeiro passo da divulgação é selecionar alguns nomes especiais para receber o contato inicial. São os formadores de opinião, que podem agregar valor ao seu evento (jornalistas, blogueiros, Twitteiros, donos de comunidades em redes sociais etc.). Não esquecer das pessoas próximas – familares e amigos – que podem auxiliar na divulgação de forma engajada. Você pode convidar pessoas através de serviços como Anyvite e Eventbrite.

As redes sociais geralmente possuem recursos interessantes de agenda que você pode enviar para seus contatos (Facebook alert, por exemplo).

O Twitter é uma das ferramentas essenciais para “espalhar” seu evento. Não esqueça de criar uma hashtag sobre o assunto.

Você pode facilitar a divulgação disponibilizando wi-fi gratuito no evento. Ademais, pode fazer a transmissão ao vivo (Ustream). Não precisa ser de todo o evento, apenas das partes mais relevantes. Depois, pode colocar no YouTube os trechos mais interessantes. Publique as melhores fotos no Flckr.

Depois, monitore as opiniões e continue a conversa, ainda mais se visa promover outras edições. Para eventos menores, inicie a conversa, pergunte. Tente criar uma lista de contatos.

Minha vida como ativista cultural anda meio parada no momento, mas quando retomá-la tentarei aditivar a lista amiga (pessoas que disseram que estariam no evento, e por isso vão pagar menos). Acrescentaria que, se essas pessoas divulgassem o evento em redes sociais (Twitter, Fotolog – não esqueçam dele, festeiros adoram a ferramenta-, Orkut etc.) o preço do ingresso seria ainda mais em conta. Para isso, bastaria enviar a imagem do seu perfil do serviço web 2.0 com sua divulgação para os promotores do evento.  Mais que público, teria “sócios” engajados.

Outras sugestões: manter um blog, criar uma rede social específica (Ning) e perfis em diversas redes sociais (Facebook, Twitter, Flickr, YouTube etc.)

Imagem via Maciej Dakowicz

Escrita subjetiva [Yoani Sánchez]

De Cuba, Com Carinho

“Para evitar endeusamentos e futuras crucificações, deixo claro em uma das páginas que o meu blog é um exercício pessoal de covardia: dizer na rede tudo aquilo que não me atrevo a expressar na vida real”.

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“Meus textos são passionais e subjetivos, cometo o sacrilégio de usar a primeira pessoa do singular e meus leitores sabem que só falo daquilo que vivi”.

Trechos do livro De Cuba, Com Carinho, coletânea de posts do premiado site Geracion Y, da cubana Yoani Sánchez. A obra foi lançada recentemente no Brasil. O blog também conta com uma versão em português. O Link publicou um perfil de Yoani.

Veja também
Entrevista com Yoani Sánchez [Revista Criativa]
Entrevista exclusiva com a blogueira Yoani Sánchez, vencedora do The BOBs 2008

Guia de recursos da mídia social

Há diversos serviços úteis na web 2.0, que vão muito além dos sites mais conhecidos. Uma boa dica é conferir o guia Web 2.0 Literacy Tools, de Naomi Harm, que reúne vários desses recursos.

Há dicas de sites para encontrar fotos livres de direito autoral, editores online de vídeos e imagens, conversores de arquivos, onde compartilhar apresentações online, sites que disponibilizam músicas gratuitamente, dentre outros.

Você pode fazer o download do arquivo, em pdf, aqui. Em inglês.

Num post do ano passado, também citei vários exemplos de programas que funcionam diretamente da web, bastando apenas um navegador (Firefox, Internet Explorer etc.)